sábado, 20 de dezembro de 2008

Feliz.




Feliz idade a minha. Bonita agonia. Sons, barulhos, músicas da confusão excessivamente audível. Pensar. Não penso. Penso muito. Penso pouco. Bonita agonia. Estou excitado para enfrentar o mundo, as coisas, pulo da cama, calço as sandálias, tenho que andar. Andar é difícil, um pé à frente do outro, mecanismos biológicos inúteis. Andar, para quê? Para que sair daqui? O colchão é carinhoso, os lençóis confortáveis. Volto para cama. Minha bonita agonia me encanta. Estou encantado. Minha agonia. Cadê o ar?