
O campo florido, o aroma tépido da floresta, símbolos de sentimentos esquecidos, noites iluminadas pela escuridão eterna, onde as rochas negras se elevam imponentes entre tantas árvores, entre tantos pesadelos... Sou inebriado pela luz, pela cor diversificada do preto monótono de meus desejos inconscientes mórbidos. Sou a fina flor do jardim das flores sem cheiro, sou o menino dos olhos castanhos escuros e de uma história insípida de pranteios e ilusões. Decidi navegar pelo vermelho sangue e beber do vinho tinto das abóboras lancinantes do mercado dos coelhos saltitantes.

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